domingo, 17 de abril de 2011

O poeta, o Pecado e a Paixão

O poeta nasceu... Nasceu das cinzas do cigarro ainda acesso, buscando inspiração na noite vazia e silenciosa dos enamorados. Nasceu para traduzir em versos os sentimentos alheios e os amores não correspondidos das damas e cavalheiro sem tetos de sentimentos, paixões avassaladoras e fogo eterno. Nasceu para dizer ao mundo que para sentir o amor é preciso desacelerar o afoitos da respiração e beber da simplicidade do sentir a vida nova em terras arridas do coração machucado e esquecido, as veses renegado ao ponto da chegada de um novo inquilino amado. Nasceu para ter a lua como sua unica companheira e amante eterna em noites frias de estrelas luzentes, de ceu claro e formigação de mulheres loba, uivando nas esquinas do sagrado fogo da paixão, pedindo pecado e implorando desejoso nos lençóis branco do sentir. O poeta nasceu, nasceu em prosas e versos, rimas e jograis nas pautas sombrias do caderno ainda polida e sem cor, que apenas sente o peso da mão trêmula do seu interlocutor a escrever o que o coração sente e a alma deseja. Nasceu para beber nos emaranhados das letras perfeitas em descrever o amor, lindo e fugaz eterno dos pagãos que busca sentir novamente a centelha de amar:) Mr. Butterfly

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